Puxa uma cadeira, e relaxe...

11 de jul. de 2012


Como tenho ouvido muito, lá em casa, depois que se tira a sardinha da lata, é muito difícil coloca-la de volta.
Isto pôsto, estou seriamente preocupada com o resto da minha vida.
Hoje, no fim da tarde, dormi nos braços de minha mãe.

3 de jul. de 2012

a propósito





Dormi calma por duas pastilhas brancas embalada,
como quem não tem ocupada a alma por tudo que dói.
Talvez, apartada de mim, minha dor tenha andado por aí perdida
ou tenha ficado o tempo todo aqui bem próxima
estendida sobre a cadeira
como essas roupas que se despem na véspera
e se vestem sem pudor no dia seguinte

Simone Brantes.